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As Itacoatiaras de Ingá ficam a 70 km de João Pessoa e a 40 km de Campina Grande, numa grande pedra de 24 m de largura por 3 m de altura, em meio a blocos de gneiss, estrangulando um rio. Objeto de estudo para cientistas do país e do exterior, é divulgada em trabalhos por vários países. É tombada pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) desde 29 de maio de 1944.

Itacoatiaras de Ingá - Para o norte-americano Cyrus Gordon e para a francesa Gabriela Martin, as itacoatiaras da fazenda Pedra Lavrada, em Ingá, Paraíba, constituem as inscrições pré-históricas mais importantes do mundo, entre as não devidamente estudadas. Ainda não decifradas, estas inscrições representam monumento arqueológico de grande valor. Sua origem é totalmente desconhecida, aventurando-se a possibilidade de terem sido talhadas por indígenas, por fenícios ou por outros povos.
Itacoatiaras de Ingá - As Itacoatiaras de Ingá são uma série de blocos de gneiss que cortam o rio do mesmo nome, trazendo esculpidas na rocha, inscrições rupestres, que desafiam o mundo científico há décadas. Única no mundo, as Itacoatiaras são visita obrigatória para os turistas.
Itacoatiaras de Ingá - No Sítio Arqueológico, que abrange uma área de aproximadamente 2 hectares, a cidade de Ingá tem como atrativo turístico/cultural o Museu de História Natural, fundado em 1995, detendo inúmeras informações históricas e culturais de alguns animais extintos e que habitaram a região (preguiça gigante, tatu gigante, mastodonte, toxodonte, etc.), representado por vários fósseis, que se encontram em exposição no local.
Itacoatiaras de Ingá - Elas mostram na sua superfície inscrições rupestres cuja autoria ja foi atribuída a fenícios, índios de cultura avançada e extraterrestres. Os partidários desta última teoria apoiam-se no fato de uma pedra mostrar um desenho que parece uma xerox da Constelação de Órion. Em outras, há símbolos que lembram homens, mulheres, bichos e barcos. Uma das pedras emite sons metálicos parecidos com badaladas de um sino, é mais um mistério, pois, segundo pesquisas, a pedra não é oca.

 




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